Eliza Gabriela Roque
domingo, 9 de janeiro de 2011
Não quero um amor de novela,
com intrigas fúteis, vilões absurdos, draminhas esdrúxulos e fatos previsíveis. Quero um amor inesperado, que faz perder a respiração, que desperta borboletas na barriga, que se renova a cada dia
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